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terça-feira, 9 de dezembro de 2014


E, sendo ele consumado, veio a ser a causa da eterna salvação para todos os que lhe obedecem; “  Hebreus 5:9

Em Romanos 3.23 está escrito “porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”. Essa verdade expressa a situação decadente do homem desde que Adão desobedeceu a voz de Deus no jardim do Éden. Ele e sua mulher comeram o fruto proibido da árvore da ciência do bem e do mal, trazendo ao mundo o pecado original ou o primeiro pecado (Gn 3.6-13). Em consequência disso, perderam a comunhão com Deus, foram expulsos do paraíso e receberam o juízo ficando sentenciados à morte (Gn 2.26, 3.16-24).  A partir deste momento, todos os homens herdaram a natureza de Adão, tornando-se pecadores. Mas o que é o pecado ? A palavra pecado no Novo Testamento grego é αμαρτία (hamartia) e significa ofensa, erro, falha. Normalmente pecado é definido como errar o alvo, falhar. Nesse sentido pecar é praticar o que está em desacordo com os propósitos de Deus ou desobedecer a sua vontade. O pecado distancia o homem de Deus estabelecendo uma parede de separação entre ambos (Is 59.2). Ele produz a condenação eterna e escraviza o homem (Rm 6.23; Jo 8.34). Todo aquele que não serve a Deus é dominado pelo pecado e se torna servo dele. A sua libertação só é efetivada por Jesus Cristo que é o único mediador entre Deus e os homens (I Tm 2.5). Pois aquele que ouve as palavras de Jesus não entrará em condenação (Jo 5.24), mas receberá a salvação. Em sentido amplo salvação é a libertação do pecado e da condenação  (Rm 8.1). Assim como o castigo dos pecadores é eterno (Ap 20.10-15, 21.8) o livramento também é eterno (Jo 6.47; Mt 25.46). Para receber a salvação eterna que foi providenciada por Jesus Cristo é preciso aceitar o sacrifício que Ele fez por nós (Rm 4.25) na cruz do Calvário.  E isso vai além de acreditar historicamente nesse fato, pois implica em crer nele (Mc 16.16; Jo 11.25,26; Rm 10.9-11). Aqueles que nele creem recebem o perdão dos seus pecados (At 2.38, 10.43; Cl 1.14) e a vida eterna. Creia em Jesus Cristo e obedeça a sua palavra e você será salvo (At 16.31; Jo 8:51).

segunda-feira, 3 de março de 2014



Deus no jardim do Éden criou um casal para servi-lo e adorá-lo: Adão e Eva (Gn 1:26-27; 2:8). Mas Eva foi enganada pela astúcia da serpente e pecou. Paulo adverte a Igreja de Corinto para que não lhes suceda a mesma coisa e se separem da simplicidade de Jesus Cristo: "Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo" II Corintios 11:3.

É interessante notar que segundo o relato bíblico a mulher foi enganada, mas o homem não. Encontramos em  I Timóteo 2:14 a declaração: "E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão." 

O homem não foi enganado, porém, desobedecendo a voz de Deus, recebeu das mãos de  Eva o fruto da árvore da ciência do bem e do mal e o comeu, praticando o seu primeiro pecado.

Adão pecou depois de Eva, e muito mais consciente que ela. Pode-se dizer que ele escolheu pecar e acompanhar a sua mulher na desobediência. Mas mesmo tendo sido Eva a primeira criatura do jardim de Deus a pecar, a responsabilidade não caiu sobre ela, mas sobre o seu esposo. 

A bíblia diz que  "... a morte reinou desde Adão até Moisés, até sobre aqueles que não tinham pecado à semelhança da transgressão de Adão, o qual é a figura daquele que havia de vir" (Rm 5:14). 

Adão tornou-se o símbolo do pecador, caído, dominado pelo pecado, expulso do paraíso e separado da comunhão com Deus. A fama de pecador pesou-lhe sobre os ombros. Mas e a mulher ?  Ainda que ela não foi responsabilizada por transmitir a  herança "maldita" do pecado, pois ela deu início a isso, por ela veio a solução contra o pecado: Jesus Cristo. 
Como diz as escrituras, o Salvador nasceu de uma mulher: 'Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei" Gl 4:4.  

O ser que trouxe o pecado para a humanidade, foi mesmo que Deus escolheu para trazer a solução para o pecado.

Diante de Deus todos são iguais, porém observando o ministério que as mulheres exercem hoje como pastoras em algumas igrejas, faço uma indagação  para mim mesmo: Será que as mulheres têm a aprovação de Deus para exercer o ministério pastoral ?

 É difícil a resposta.  Porém deve-se considerar que não estou perguntando se elas podem pregar, mas se podem ser pastoras e dirigirem igrejas e reuniões com membros, obreiros, pastores etc. Pregar a Palavra de Deus é obrigação de toda a igreja e não somente de pastores (Marcos 16:15; Mateus 28:19). 

Mas ser pastor, dirigir o rebanho do Senhor, exercer o oficio sacerdotal do novo testamento (II Coríntios 3:6),  não parece ser tarefa para a mulher, mas para o homem.  

Paulo afirmou a Timóteo que não permitia que mulher ensinasse na igreja, "porque primeiro foi formado Adão, depois Eva" ( I Timóteo 2:13). E esclareceu que  a mulher não foi criada à imagem e semelhança de Deus como o homem que é "a imagem e glória de Deus, mas a mulher é glória do homem" (I Corintios  11:7). Como também o homem é "a cabeça da mulher" (I Corintios  11:3) e "não foi criado por causa da mulher, mas a mulher por causa do homem" (I Corintios  11:9).

Entre essas duas naturezas, homem e mulher,  existe uma diferença natural , estabelecida pelo Criador desde a criação, distinguindo esses seres e estabelecendo a  cada um deles o seu devido lugar e autoridade diante de Deus. 

Se as razões bíblicas para desaprovar o ministério pastoral feminino,  que diferencia-se do ministério de louvor, oração, visitas e evangelismo que as mulheres cristãs sempre exerceram com aprovação total da Bíblia e de Deus, forem insuficientes para os mais modernos, existem outras.

Se observarmos que a comunhão com Deus foi pela primeira vez quebrada pela iniciativa da mulher, não parece óbvio ela requerer  ter o direito de ministrar a comunhão com Deus pelo ministério pastoral, da palavra de Deus e da Igreja. 

Além do mais, os casos em que vi pastoras dirigindo ministérios,  igrejas e obreiros, sem nenhuma exceção até o momento, todos terminaram em fracassos. 

O problema não está na capacidade do homem ou da mulher, mas na escolha feita por Deus. O homem, responsabilizado pelo pecado original, foi escolhido para ministrar diante de Deus. O ofício sacerdotal foi dado para o homem, mas não para a mulher.

"Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens fracos, mas a palavra do juramento, que veio depois da lei, constitui ao Filho, perfeito para sempre. "    Hebreus 7:28

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

"Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela." Mateus 16:18

A igreja está erguida sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, a principal pedra da esquina (Ef 2:20), como bem profetizou Isaías - "Portanto assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu assentei em Sião uma pedra, uma pedra já provada, pedra preciosa de esquina, que está bem firme e fundada; aquele que crer não se apresse - Isaías 28:16"

Pedro com convicção declara que os edificadores rejeitaram essa pedra, mas ela foi posta por cabeça de esquina (At 4:11). Pode-se  afirmar que grande parte dos que  rejeitaram  Jesus Cristo, no seu tempo,  eram religiosos, e é   provável que "os edificadores" dos quais Pedro falou sejam aqueles que têm a  religião baseada nas aparências e no louvor dos homens. 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Há algumas décadas atrás, as bíblias evangélicas eram em sua maioria apenas um livro de capa preta. No Brasil existiam as bíblias com capa de couro, com zíper, com índice digital ou capa dura. Depois surgiram umas poucas variações com capa de cor azul ou marrom. Nessa época a bíblia vida surgiu com as palavras de Jesus em vermelho e com um suplemento contendo alguns mapas e tabelas. Hoje existem inúmeros modelos com capas coloridas, tamanhos diversificados e temas ou estudos bem distintos. Com este leque de opções, surge a grande dúvida na hora de comprar uma bíblia, qual modelo escolher. Em primeiro lugar é preciso definir qual a versão da bíblia será escolhida. Existem hoje várias versões, dentre elas a almeida revista e corrigida (ARC), a almeida corrigida e fiel (ACF), a almeida revista e atualizada (ARA), a nova versão internacional (NVI), a nova tradução na linguagem de hoje (NTLH), a almeida século 21 e a king James ou verão do rei Tiago.

A escolha da versão é muito pessoal e além disso está também vinculada à denominação evangélica a qual se frequenta. A Igreja Assembleia de Deus e a Congregação Cristã no Brasil usam a ARC e eu particularmente prefiro essa versão, sem entretanto desprezar as demais.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

"E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará."
Mateus 24:12


Por diversas vezes preguei sobre os sinais da volta do Senhor Jesus Cristo, mas em nenhuma delas interpretei esse versículo como o interpreto hoje. Muitos fazem distinção entre iniquidade e pecado, mas na prática essa distinção não existe. A iniquidade é a falta de equidade, a prática da injustiça e da perversidade, ao passo que o pecado é a desobediência à vontade de Deus ou a sua lei. Em resumo iniquidade é pecado, conforme está escrito:"Toda a iniqüidade é pecado, e há pecado que não é para morte." 1 João 5:17.

É notório que a prática do pecado têm no presente século crescido numa progressão geométrica, sendo difundida por programas de tv, filmes, séries, sites da web, revistas, jornais e redes sociais. Vivemos em uma época marcada pela libertinagem e pela ausência de valores morais. Fato que não causa nenhum espanto, pois o apóstolo João afirma que "sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno." 1 João 5:19.

Confesso que todas as vezes em que falei sobre o texto de Mateus 24:12 demonstrei o quanto a perversão e o pecado têm se multiplicado no mundo. Eu não havia compreendido o real significado das palavras de Jesus. Ele afirmou que por se multiplicar a iniquidade, ou seja por crescer em número o pecado, o amor de muitos se esfriaria, porém ele não disse que era a iniquidade do mundo.

Eu acreditava que Ele se referia ao crescimento do pecado no mundo, o que de fato ocorreu em grande escala. Mas ao ver todas as notícias do nosso "mundo gospel", concluí que Ele se referiu à iniquidade dos cristãos. Não parece óbvio, mas é no meio da igreja que o pecado está crescendo e não estamos percebendo.

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